A JANELINHA

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Category: A JANELINHA recomenda

Crie um ambiente seguro para o seu Bebé dormir

Posted on June 4, 2009 at 3:49 PM Comments comments (3)

 

Berços ou Camas de Grades

Ao começar a pensar nos móveis do quartinho do bebé ou na decoração, considere algumas de nossas sugestões para a segurança do ambiente:

  • Certifique-se de que a cama de grades tenha uma boa profundidade e que a parte do colchão possa ser ajustada de acordo com a idade da criança. Meça a distância entre as barras verticais ao redor - ela não deve ultrapassar 6,5 centímetros (uma lata de refrigerante não pode caber no meio, na horizontal) -, para não correr risco de a cabeça do bebé ficar presa.

  • Se o berço ou a cama que for usar for muito antigo, ele pode conter pintura com chumbo. O ideal, nesses casos, é lixá-lo completamente e pintá-lo com uma camada de tinta sem chumbo. Os Bebés costumam morder as bordas da cama e podem ingerir partículas de chumbo, um metal pesado que causa intoxicação, problemas de aprendizagem e outros distúrbios neurológicos. No caso de ser nova, certifique-se de que os acabamentos da cama são com tintas e vernizes não tóxicos, perfeitamente adequados a mobiliário infantil e inofensivo para o Bebé.

  • Verifique se o colchão se acomoda perfeitamente ao berço ou à cama; não deve haver nenhum tipo de protetor ou enfeite para completar espaços vazios, já que pernas e braços dos bebês podem ficar presos. O protetor, aliás, apesar de bonitinho, é dispensável, principalmente em regiões onde faz muito calor. Ele acumula pó e atrapalha a circulação do ar dentro do berço. Se você quiser usá-lo, certifique-se de que ele não seja muito fofo, lave-o com frequência e o aposente logo que o bebé começar a conseguir ficar de pé no berço.

  • Coloque o bebé para dormir de barriga para cima, a fim de reduzir os riscos da síndrome da morte súbita do lactente (posição recomendada pela Organização Mundial de Saúde).

  • Não use travesseiros no berço. Os bebés precisam dormir em superfícies firmes e direitas. O travesseiro é absolutamente desnecessário durante o primeiro ano de vida.

  • Não coloque correntinhas ou santinhos no pescoço do bebé. Por mais delicadas que sejam, podem enroscar e prejudicar a respiração.

  • Verifique se não há no berço nada que possa ser sugado pelo bebê. Botões, cordões e até fraldinhas de boca podem ser enfiados na boca da criança.

  • Quando não estiver presente, mantenha a lateral móvel da cama levantada. Acostume-se a fazer isso desde o começo, mesmo quando o bebê é pequenininho e não há o menor risco de ele cair. Criado o hábito, você corre menos risco de esquecer mais tarde, quando o perigo já existir.

  • Posicione o berço ou a cama distante de janelas, luminárias, enfeites de parede, fios ou móveis que possam ser usados como apoio para pular.

  • Evite cortinas e persianas com fios pendurados, para evitar risco de estrangulamento. Caso já tenha algo assim no quarto, tente dar um nó para suspender os fios.

  • Uma vez que seu filho já consiga se sustentar de quatro, retire brinquedos que atravessam o berço, como móbiles. Quando ele puder se erguer sozinho, será hora de tirar os protetores laterais também, para que não possam ser usados como degrau, e posicionar o colchão na posição mais baixa possível.

  • Quando o colchão já estiver na altura mais baixa e a parte de cima das barras laterais alcançar a região abaixo do peito do bebê, é hora de fazer a transição para uma caminha de verdade.

  • Fique o tempo todo com seu filho quando ele estiver sendo trocado. Algumas mães preferem colocar o trocador no chão para não haver risco de queda.

  • Mantenha produtos de higiene como loção infantil e lenços umedecidos fora do alcance do bebê.

  • Reveja a colocação de armários e prateleiras nas paredes, para ter certeza de que estão bem seguros. Lembre-se sempre de fechar gavetas.

  

    

Depressão Pós-Parto

Posted on May 29, 2009 at 2:39 PM Comments comments (0)

DEPRESSÃO PÓS-PARTO

 

A seguir ao parto algumas mães podem estar deprimidas sem sequer perceber já que ter alterações de humor e chorar sem motivo pode ser normal. Mas chorar muito, não ter energia ou motivação para cuidar do bebé, sentir-se inútil, sem esperança, triste, culpada e sobrecarregada, ter dificuldades de concentração e não conseguir acabar frases ou tomar decisões, não ter vontade de ver outras pessoas ou mesmo rejeitar o bebé são sinais de depressão pós-parto, e se estes sintomas durarem mais do que duas semanas deverá procurar ajuda profissional.

 

Dúvidas sobre a sua própria capacidade de ser boa mãe ou uma necessidade irrealista de ser boa mãe, stress devido às grandes alterações que o nascimento do bebé implica, sentimento de perda em relação à pessoa que era antes do nascimento do bebé, sentir-se inchada ou menos atraente, falta de tempo para si, falta de apoio por parte do pai e da restante família e, claro, as mudanças hormonais são factores que contribuem para desenvolver ansiedade e medos que levam à depressão pós-parto.

 

Os sintomas depressivos podem surgir em qualquer altura, desde o dia após o parto (ou mesmo durante a gravidez) até vários meses depois e geralmente têm uma evolução favorável, principalmente com o apoio da família. No entanto, em alguns casos a depressão pós parto pode durar até ao primeiro ano de vida do bebé e afigura um maior risco de desenvolvimento de depressões posteriores, mesmo que não relacionadas com gravidez.

 

Os filhos de mães deprimidas têm geralmente o seu desenvolvimento psicológico e mesmo cognitivo dificultado devido á falta de estimulação. É a nível motor e da linguagem que se notam maiores atrasos em comparação com as outras crianças, bem como a nível relacional, o que posteriormente pode levar a problemas comportamentais.

 

Através da psicoterapia, ao contar a sua história, a mãe deprimida traduz as suas inseguranças, emoções e dor que sente encontrando compreensão, sentindo-se valorizada enquanto mãe e mulher e pode conciliar formas mais adequadas de gerir os sentimentos negativos e os desafios das mudanças que ocorrem, nomeadamente ao nível das relações.

 

Dra. Célia Brás

Psicóloga Clínica

http://psicologiasaojoaolampas.blogspot.com/

 

 

Se já passou por esta experiência, ajude outras mamãs com os seus conselhos...

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A JANELINHA recomenda a leitura do seguinte artigo: Estudo - Uso de andarilhos leva duas crianças por dia aos hospitais

Posted on May 11, 2009 at 11:04 PM Comments comments (0)

O uso de andarilhos leva todos os dias aos hospitais portugueses pelo menos duas crianças, de acordo com a estimativa de um estudo apresentado no 8º Congresso de Pediatria.

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=58662

Out.2007

As Birras

Posted on May 10, 2009 at 5:28 PM Comments comments (0)

 

Entre os 18 meses e os 4 anos as birras são frequentes e fazem parte do desenvolvimento psicológico e afectivo adequado, demonstram que a criança está a desenvolver a sua autonomia e personalidade. Também não é saudável quando a criança nunca faz birras. 

 

As birras são manifestações da frustração que a criança sente com os desafios do momento, sejam físicas (fome), mentais (não conseguir realizar uma tarefa) ou emocionais e com os quais ainda não consegue lidar nem controlar o seu comportamento. No entanto, é no momento em que as birras ocorrem que é importante que os pais mantenham as regras, para as crianças aprenderem que na vida vão ter que se esforçar, treinar, trabalhar para conseguir o que querem e assim, adquirem competências para suportar as frustrações que se lhes deparam.

 

Perante uma birra, por exemplo por quererem comer doces ou uma pizza, é possível explicar com carinho às crianças que não podemos comer todos os doces e pizzas todas que queremos porque depois ficamos com dores de barriga.

Como lidar com as birras:

 

Ser consistente. As birras são testes aos limites: quando os pais desistem a criança percebe que pode ser sempre assim. Se mantiver o Não sempre que a criança faz birra, ela também percebe que não vale a pena insistir.

 

Pela mesma razão, se decidir ameaçar com um castigo, tenha a certeza que é capaz de o levar até ao fim.

 

Elogiar e recompensar quando eles se esforçam por se portar bem e quando lidam bem com situações difíceis ou frustrantes. Sentirem que os pais estão orgulhosos deles é o que realmente os faz crescer emocionalmente.

 

Deixar as crianças participar na implementação das regras que tem que cumprir e até deixar que imponham alguma regra aos pais faz com que se sintam valorizados.

 

Tente identificar o que provoca as birras. Se ocorrem sempre no supermercado, ou em casa da tia ou às refeições, tente perceber o que há nessas situações que provoca as birras ? cansaço, fome, tédio, etc ? e minimizar esses factores.

 

As birras tentem a diminuir com a idade, já que a criança vai adquirindo capacidades para comunicar melhor e lidar com a frustração mas podem continuar ao longo dos anos e mesmo até à idade adulta, se forem uma forma eficaz de conseguir aquilo que pretendem.

 

Quando as birras incontroláveis são frequentes ou acompanhadas de agressividade revelam a dificuldade da criança de gerir as suas emoções e de se relacionar com os outros, podendo ser necessária uma ajuda profissional. Estas birras não têm necessariamente que representar um comportamento patológico e a ajuda de um psicólogo pode passar por ajudar os pais a encontrar estratégias para as ultrapassar.

 

Dra. Célia Brás

Psicóloga

http://psicologiasaojoaolampas.blogspot.com/

 

 

 

Segurança Infantil

Posted on April 28, 2009 at 4:00 PM Comments comments (0)

Para saber tudo sobre Segurança Infantil

http://filhosdeaz.webs.com/seguranainfantil.htm

Alimentos de A a Z

Posted on April 21, 2009 at 11:18 PM Comments comments (0)

Alimentos de A a Z

Para saber o que é melhor para o seu Bebé!


http://www.freewebs.com/filhosdeaz2/alimentosdeaaz.htm

 

 

 

 

 

A Chucha e os Peluches

Posted on April 14, 2009 at 10:20 PM Comments comments (0)

 

                 

 

Nos primeiros meses de vida os bebés não têm noção de que são um ser diferente da mãe e sentem-na como parte de si próprios. Por volta dos 6 meses, começam a ver a mãe como um ser externo e assim, quando ela não está presente é como uma perda e podem precisar de um objecto que a represente e substitua no seu imaginário, dando conforto. Esse objecto pode ser a chucha, um peluche ou um cobertor que até podem ter um nome dado pela própria criança (cô para o cobertor). A criança agarra, mete na boca ou encosta ao nariz e não consegue adormecer sem ele, utilizando também em momentos de ansiedade ou tristeza que em idades mais precoces não é possível expressar de outra forma.

  

A chucha ou outro objecto fazem parte do normal desenvolvimento afectivo da criança e daí ser importante que existam mas são naturalmente deixados de parte a determinada altura do desenvolvimento, quando já não se precisa mais do seu conforto. Pode acontecer que a criança deixe primeiro de o usar durante o dia e ainda precise dele para adormecer ou quando viaja. No caso da chucha, pediatras e dentistas dizem que as crianças devem deixar de usar até aos 3 anos, mas se o seu uso for esporádico não há motivo de preocupação. No caso da chucha é melhor ter uma chucha do que sugar o polegar, já que este vai estar sempre disponível para a criança e, assim a eliminação é mais difícil.

 

Não se deve fazer desaparecer a chucha ou o ?cô? de um dia para o outro mas sim explicar à criança que já não precisa deles porque já está a ficar crescida.

Para as crianças mais crescidas ou para pais mais aflitos há formas de eliminar estes objectos: negociar contar histórias para adormecer em vez de ter a chucha; na altura do Natal, o Pai Natal escrever uma carta a dizer que só tem direito ao presente X se deixar a chucha na árvore; uma forma mais brusca ? e à qual a criança pode reagir pior se não estiver ainda preparada para deixar a chucha ? é fazer um furo na chucha porque assim deixa de ter o efeito desejado e a criança perde o interesse mas nesse caso é preciso que não haja outra disponível.

 

O importante é que os pais encarem a utilização da chucha ou de um cobertor ou peluche sujo com naturalidade porque eles não são prejudiciais à criança, e que não forcem em excesso a sua eliminação para não impor ansiedade nesse processo.

 

 

Dra. Célia Brás

Psicóloga

http://psicologiasaojoaolampas.blogspot.com/

 

 

Dos 0 aos 6 meses: Miliária ou borbulhas do calor?

Posted on April 3, 2009 at 10:01 AM Comments comments (0)

 

 

Partes do corpo do seu bebé apresentam bolhinhas?

 

O que é a miliária?

 

A miliária, também conhecida como "borbulhas do calor" ou "borbulhas de Verão", é uma erupção de pequenas borbulhas (e, por vezes, pequeníssimas bolhas) na pele que pode surgir quando o bebé sofre de muito calor. As borbulhas podem ser vermelhas, especialmente nas peles mais claras. Crianças de todas as idades apresentam as borbulhas de Verão, mas é mais comum nos bebés.

 

Se o seu bebé apresentar estas borbulhas, os locais onde mais provavelmente as detectará serão as pregas de pele e as partes do corpo em contacto directo com a roupa, incluindo o peito, a barriga, o pescoço, as virilhas e as nádegas. Se usar chapéu, esta erupção pode surgir igualmente no couro cabeludo ou na testa.

 

O que causa a miliária?

 

O bebé transpira para arrefecer. Se transpirar tanto que os poros ficam obstruídos, ao ponto de não permitirem a saída do suor, então desenvolvem-se estas borbulhas. (Os bebés e as crianças pequenas são particularmente sensíveis, dado que têm poros mais pequenos do que os adultos.)

 

O tempo quente e húmido é a época de excelência da miliária, mas esta também pode ocorrer no Inverno, se o bebé usar demasiadas camadas de roupa ou estiver com febre. Por vezes, os bebés desenvolvem miliária depois de ser aplicada uma pomada para a tosse sobre o peito.

 

A miliária é grave?

 

Não, mas é um sinal de que o bebé está com calor. O sobreaquecimento pode causar problemas graves, como exaustão pelo calor e insolação. Alguns estudos sugerem que, se o bebé tiver demasiado calor durante a noite, isso pode contribuir para o SMSL. (Síndroma de Morte Súbita do Lactente)

 

A miliária causa dores ao bebé?

 

Não, normalmente não é dolorosa, mas pode causar comichão. Algumas das borbulhas podem ser sensíveis ao toque.

 

Como tratar a miliária?

 

Comece por refrescar o bebé. Solte ou retire a roupa e coloque-o numa sala arejada ou num local à sombra.

 

Pode colocá-lo sobre uma toalha de algodão, que pode ajudar a absorver o suor. Aplique toalhas frescas e húmidas nas áreas afectadas pela erupção. Deixe secar ao ar, em vez de esfregar com uma toalha. E não aplique pomadas nem cremes sobre as borbulhas, já que podem piorar devido à acumulação de humidade.

 

Se estiver calor à noite, utilize ar condicionado ou uma ventoinha no quarto do bebé. Direccione a ventoinha para a zona onde está o bebé mas não para ele directamente. Ou então coloque-a suficientemente longe, para que sinta apenas uma ligeira brisa. O bebé deve ficar confortável, não com frio.

 

Corte regularmente as unhas do bebé para que não coce as borbulhas se ficar com comichão. Poderá calçar-lhe luvas à noite para que não coce enquanto dorme.

 

Como prevenir a miliária?

 

Mantenha o bebé confortavelmente fresco, vestindo-o com roupas largas e leves, especialmente quando estiver tempo quente e húmido. Os tecidos naturais, como o algodão, são absorventes e permitem uma transpiração mais eficiente do que os sintéticos. Evite cuecas de plástico e revestimentos de plástico nas fraldas.

 

Quando segurar o bebé ao colo, tente não usar tecidos abrasivos, como a lã, que possam irritar a pele do bebé.

 

Num dia de extremo calor, mantenha o bebé dentro de casa ou procure locais frescos, com sombra e arejados, para se sentar e brincar ao ar livre. Lembre-se de o hidratar bem e regularmente através da amamentação ou com leite de substituição.

 

Verifique regularmente se o bebé está com demasiado calor. Se não tiver a certeza, sinta a pele do bebé. Se estiver húmida e quente, isso significa que está com calor.

 

Devo levar o bebé ao médico se apresentar as borbulhas de calor?

 

É boa ideia consultar o médico para confirmar se se trata efectivamente de miliária. Deve sem dúvida consultar o médico se as borbulhas não desaparecerem passados alguns dias, se parecerem estar a agravar-se ou se o bebé tiver febre.

 

Conteúdos da responsabilidade de Johnson & Johnson.

 

As informações contidas nestes conteúdos são para conhecimento geral e não pretendem susbstituir a consulta de um profissional de saúde

Mais de 2000 cidades e 1 milhão de pessoas apagam hoje a luz por uma hora

Posted on March 28, 2009 at 11:06 AM Comments comments (0)

Mais de 2000 cidades e 1 milhão de pessoas apagam hoje a luz por uma hora

Quando o relógio bater as 20H30 do dia 28 de Março os geradores a diesel das ilhas Chatham, na Nova Zelândia, vão ser desligados, marcando o início de um movimento comunitário à escala mundial: a Hora do Planeta 2009.

Quem quiser participar neste momento simbólico só tem de desligar o interruptor.

http://noticias.sapo.pt/info/artigo/986491.html

Vamos deixar um Planeta melhor aos nosso Filhos!

Bebés & Crianças

Posted on March 5, 2009 at 11:30 AM Comments comments (0)

Saúde e Bem Estar - Bebés e Crianças

O que precisamos de saber...

http://filhosdeaz.webs.com/bebsecrianas.htm

Recém-Nascidos

Posted on March 4, 2009 at 1:31 AM Comments comments (0)

Recém-Nascidos!

Porque jamais, nada será igual!...

http://filhosdeaz.webs.com/recmnascidos.htm

 

Esclareça dúvidas e aproveite algumas sugestões...

Saúde & Bem-Estar na Gravidez

Posted on February 27, 2009 at 12:07 AM Comments comments (0)

SAÚDE & BEM-ESTAR NA GRAVIDEZ

Porque se a mamã estiver bem, o seu bebé está ainda melhor!

http://filhosdeaz.webs.com/gravidez.htm

Filhos de A a Z

Posted on February 25, 2009 at 7:28 PM Comments comments (0)

O Prazer de ser Pai - Um bom pai não é aquele que

Posted on February 19, 2009 at 1:09 AM Comments comments (0)
O Prazer de ser Pai
Um bom pai não é aquele que "até faz de Mãe..."
 
Prof. Mário Cordeiro (Professor de Pediatria)


 

Contribua com 0,5% do seu IRS para uma Instituição de Solidariedade Social

Posted on February 6, 2009 at 2:26 PM Comments comments (0)
Chegou o inevitavelmente inevitável - quer se queira quer não, não há como fugir à entrega anual do IRS. Custa muito, revolta-nos, consome-nos o espírito. Faz-nos dizer mal do Governo, do Primeiro Ministro e do Presidente. Faz-nos desejar ter nascido algures numa imaginária Dinamarca ou Suécia onde, lá sim, os impostos são bem aplicados.

E se é bem verdade que o que não tem remédio, remediado está, também é verdade que existem cuidados paliativos.

Passamos a explicar: se é verdade que não há maneira de fugir à entrega da declaração (e a pagar o que tenha mesmo de ser), também é verdade que é possível destinar 0,5% do nosso imposto para uma Instituição de Solidariedade Social, reconhecida legalmente como Pessoa Colectiva de Interesse Público. Portanto, uma Instituição sólida, idónea e que faça um trabalho meritório e reconhecido.

E é realmente uma forma muito simples de ajudar e muito fácil de concretizar. Assim, quando estiver a preencher os impressos do IRS, basta preencher o quadro 9 (campo 901) do Anexo H do Modelo 3 com o Nome e o Número de Contribuinte da Instituição que pretende ajudar.

Consulte o site d'
A JANELINHA em
http://www.ajanelinha.com/ajudecomoseuirs.htm - onde pode encontrar algumas destas Instituições e o respectivo nº de contribuinte.

E assim, em vez de 100% do imposto ir para o Estado, só 99,50% vai para o Estado, pois os restantes 0,5% vão para essa Instituição que efectivamente mereça.

Não se paga mais imposto, nem se recebe menos reembolso, se for o caso. Apenas será alterado o destino de 0,5% do imposto cobrado que ajudará directamente uma Instituição que está a realizar um bom trabalho.

Por que devemos contar histórias para as crianças?

Posted on January 7, 2009 at 11:59 AM Comments comments (1)

 

Contadores de histórias... quando ouvimos essa expressão quase sempre vamos atrás no tempo e recordamo-nos de uma tia ou avó que nos contavam histórias antes de dormir. Infelizmente, contar histórias tem-se tornado uma prática pouco comum ou quase inexistente. Perdemos o sentido mais primário que essa linguagem propicia: de agrupar pessoas, aproximar e compartilhar.



No stress diário da vida, na linguagem industrial que algumas emissoras impõem, pouco tempo reservamos para simplesmente contar histórias aos nosso filhos.


Esquecemos que, através das histórias, a criança cria seu próprio inventário moral, elabora questões que a angustiam e se sente alimentada.


Através de personagens que têm que vencer obstáculos, sair do âmbito familiar e conseguir sucesso no mundo externo, preparamos o pequeno ouvinte para adoptar vivência com mais segurança das suas próprias derrotas e perdas.


Contudo, é preciso ter muito cuidado ao eleger as versões que são contadas para as crianças, grande parte das publicações que encontramos nas livrarias (afinal, criança é um grande filão editorial) foram de tal forma destituídas da sua essência que perderam elementos importantes para atingirmos nossos objectivos.


 


Como a leitura pode ser estimulada em casa


Uma casa bem boa é uma casa cheia de histórias a escorrer pelas paredes, plantadas nos vasos, enfiadas nas gavetas, e à mostra nas cristaleiras.


Para isto, além de livros povoando todos os lugares, pensa-se que uma forma bonita de estimular a leitura em casa é ter olhos e ouvidos abertos para o mundo, para a vida, tudo, exactamente tudo serve para estimular o desejo por histórias. É bom que nos tornemos contadores de histórias e cantadores da vida.


 


Qual a importância da leitura na formação do indivíduo


Acredita-se muito que a leitura é um território; um território de (re)significação. Uma tese onde tento argumentar que os O indivíduo social constroi-se verdadeiramente a partir do momento em que se torna leitor de si, do outro e do mundo.


 


As fontes para se encontrar histórias para as crianças


Muito resumidamente: nos livros clássicos, aqueles maravilhosos, que mudaram a vida de gerações e gerações; livros com contos de fadas, com contos populares de diversos países, com mitos de várias civilizações. Mas também é bom não esquecer das histórias contadas pessoalmente, aquelas que fizeram e fazem uma multidão de crianças adormecerem e sonharem e "despertarem", assim com aspas.


E aquelas histórias familiares, dos nossos entes queridos, histórias que vão construindo sagas fantásticas e que estão tão pertinho de nós: aquela tia que nunca se casou porque preferiu ir viajar pelo mundo para conhecer outros lugares e povos; aquele primo adorado que se foi; aquela avó cheia de ideias e sabedorias etc. etc.


Com o tempo, vamos sofisticando tanto os nossos gostos e hábitos que nos esquecemos de valoes tão importantes. Qual foi a última vez que nos sentamos confortavelmente no tapete, abrimos o álbum de fotos de família e revisitamos a nossa própria história? Qual a última vez que contamos para uma criança uma história que ouvimos na infância? Uma atitude tão informal e, ao mesmo tempo, tão rica.


in Médicos de Portugal

Dicionário da saúde do bebé

Posted on October 21, 2008 at 4:48 PM Comments comments (0)
Ao longo do primeiro ano de vida, são muitos e variados os problemas de saúde que preocupam os pais, sobretudo os mais desprevenidos ou de «primeira viagem». Por isso, juntámos alguma informação útil para que encare mais serenamente as doenças podem atacar o seu bebé.
 
 
in, PAIS & Filhos
Setembro 2008

A JANELINHA recomenda a leitura do seguinte artigo: APSI quer redução da taxa do IVA sobre cadeirinhas

Posted on October 13, 2008 at 4:31 PM Comments comments (0)

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=&id_news=353590&page=0

 

De acordo com o Relatório Europeu de Avaliação da Segurança Infantil em Portugal,

se as políticas de prevenção em Portugal fossem equivalentes às da Suécia,

poupavam-se 560 vidas de crianças por ano.

 

Livros no Livrão - Reciclagem de livros escolares usados

Posted on October 10, 2008 at 2:51 PM Comments comments (0)
 
in
 
 

Para as famílias que procuram aproveitar o tempo em actividades lúdicas e, simultaneamente didácticas, a oferta é muita mas, encontrá-la de forma organizada, imediata e prática é muitas vezes difícil.

 

Assim surge o Estrelas e Ouriços um site que promove o tempo de qualidade em família.

 

Propõe programas, para todos sejam eles pagos, gratuitos, de entretenimento ou de carácter pedagógico descobrindo cidades “amigas das crianças”.

 

Bons momentos em família é o que se pode esperar com tantas ideias e sugestões!


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